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	<description>4º Congresso Brasileiro de Medicina Geral</description>
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		<title>4º Congresso AMB debate avanços e desafios da Medicina de Emergência na assistência ao paciente crítico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação AMB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 17:10:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<strong>Medicina de Emergência</strong>&nbsp;foi destaque no&nbsp;<strong>4º Congresso Brasileiro de Medicina Geral da Associação Médica Brasileira (AMB)</strong>, com uma sessão dedicada à atualização de conhecimentos essenciais para a atuação em cenários de alta complexidade e tomada rápida de decisões. Coordenada&nbsp;<strong>pelo Dr. Fabricio Otavio Gaburro Teixeira</strong>&nbsp;e pelo secretário-geral da AMB,&nbsp;<strong>Dr. Florisval Meinão</strong>, a sessão reuniu especialistas para discutir temas centrais da prática emergencista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abrindo a programação,&nbsp;<strong>Dr. Gabriel Martinez</strong>&nbsp;apresentou a palestra&nbsp;<strong>“PCR além do ACLS na visão do emergencista”</strong>. Em sua exposição, abordou inicialmente as diferentes fases da parada cardiorrespiratória – elétrica, hemodinâmica e metabólica – e destacou as particularidades das ocorrências em ambientes extra-hospitalares e intra-hospitalares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista trouxe uma visão contemporânea do atendimento à parada cardiorrespiratória, com base nas diretrizes do Conselho Europeu de Ressuscitação (ERC). Entre os temas discutidos, destacou a ressuscitação cardiopulmonar extracorpórea (ECPR – Extracorporeal Cardiopulmonary Resuscitation), a parada cardiorrespiratória traumática e a parada cardiorrespiratória associada à hipotermia. Sobre este último tema, observou que, embora os casos sejam mais frequentes em países europeus devido às baixas temperaturas, também podem ser encontrados no Brasil, especialmente na Região Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao ampliar a discussão para além dos protocolos tradicionais do ACLS, o palestrante enfatizou estratégias avançadas e abordagens específicas que podem contribuir para melhores desfechos clínicos no atendimento de pacientes críticos em serviços de emergência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência, o&nbsp;<strong>Dr. Victor Paro</strong>&nbsp;conduziu a apresentação&nbsp;<strong>“Raciocínio clínico e semiologia no departamento de emergência”</strong>. A conferência abordou técnicas clássicas da semiologia médica aplicadas ao ambiente emergencial, destacando aspectos relacionados ao tempo, aos recursos disponíveis, aos custos assistenciais, à relação médico-paciente e às dificuldades técnicas enfrentadas no cotidiano dos serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao ressaltar a importância da avaliação clínica estruturada e da interpretação adequada dos sinais e sintomas para a construção de diagnósticos precisos, mesmo em contextos de elevada pressão assistencial e limitação de tempo, o especialista afirmou que a relação médico-paciente tende a ser mais frágil no departamento de emergência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Muitas vezes você não tem a privacidade necessária para atender uma mulher com hemorragia. Você tem 15 minutos para atender um paciente que ficou cinco horas aguardando. Tempo é emergência”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o palestrante, o raciocínio semiológico exige habilidades como a realização de exame físico direcionado, o uso da ultrassonografia à beira do leito (POCUS), a avaliação padronizada pelo método ABCD, além da utilização de checklists e de estratégias para reconhecimento e mitigação de vieses cognitivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A ferramenta ABCD, utilizada de maneira padronizada, faz com que o médico pule menos etapas, avalie o paciente de forma mais completa e siga a ordem mais adequada, identificando com maior rapidez situações críticas”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Victor Paro também destacou métodos para reduzir vieses no departamento de emergência, como o uso de checklists, pausas cognitivas, reavaliações estruturadas e o foco nos piores cenários possíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em um caso que não é gravíssimo, fazer uma pausa de quinze minutos para um café ou compartilhar o caso com um colega não faz bem apenas para você, mas também para o paciente”, afirmou. “Peque por excesso; assim, você aumentará a segurança do paciente”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, o&nbsp;<strong>Dr. Ian Ward Abdalla Maia</strong>&nbsp;discutiu o tema&nbsp;<strong>“Ferramentas avançadas no manejo de via aérea”</strong>, abordando recursos e técnicas que vêm aprimorando a segurança dos procedimentos e a assistência a pacientes em condições críticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao enfatizar a importância da capacitação contínua, o especialista destacou que situações de emergência geram elevado nível de estresse e podem comprometer o desempenho dos profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando nosso corpo se depara com uma ameaça, tende a performar pior. A emergência passa a ser uma ameaça estrutural, e a literatura demonstra claramente o impacto da pressão em situações de estresse. Perdemos a visão periférica e precisamos continuar raciocinando durante o atendimento”, explicou. “Por isso, precisamos equilibrar os recursos disponíveis com a demanda assistencial”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao abordar a intubação em cenários de emergência, Ian Maia ressaltou que o procedimento exige preparação e alinhamento das expectativas com a realidade clínica de cada caso. “O que vai acontecer se eu não conseguir? Quais são os planos B e C? Precisamos planejar a nossa falha”, afirmou. “Essa organização ajuda nos momentos de estresse. Devemos dominar a técnica que mais utilizamos e aperfeiçoá-la continuamente”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ilustrar o conceito, o palestrante citou uma frase atribuída ao ator e artista marcial Bruce Lee: “Não temo o homem que praticou 10 mil chutes diferentes uma vez, mas aquele que praticou o mesmo chute 10 mil vezes”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão foi encerrada com um debate entre os palestrantes e o público, promovendo a troca de experiências e a reflexão sobre os desafios cotidianos enfrentados pelos profissionais que atuam na linha de frente do atendimento de urgência e emergência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com uma programação voltada à atualização científica e ao aprimoramento da prática clínica, o&nbsp;<strong>4º Congresso AMB</strong>&nbsp;reforça seu compromisso com a qualificação dos médicos brasileiros e com a disseminação de conhecimentos que contribuem para uma assistência mais segura, eficiente e baseada em evidências.</p>



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		<title>4º Congresso da AMB promove debate sobre saúde mental, condições de trabalho e proteção aos trabalhadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação AMB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 17:07:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os desafios contemporâneos da Medicina do Trabalho estiveram em pauta&#160;no 4º Congresso da Associação Médica Brasileira (AMB), em uma sessão dedicada aos impactos do ambiente laboral na saúde física e mental dos trabalhadores. Coordenada pelos doutores&#160;Francisco Cortes Fernandes&#160;e&#160;Artur Serra Neto, a atividade reuniu especialistas para discutir temas cada vez mais relevantes diante das transformações no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os desafios contemporâneos da Medicina do Trabalho estiveram em pauta&nbsp;<strong>no 4º Congresso da Associação Médica Brasileira (AMB)</strong>, em uma sessão dedicada aos impactos do ambiente laboral na saúde física e mental dos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Coordenada pelos doutores&nbsp;<strong>Francisco Cortes Fernandes</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Artur Serra Neto</strong>, a atividade reuniu especialistas para discutir temas cada vez mais relevantes diante das transformações no mundo do trabalho e do aumento das demandas relacionadas à saúde ocupacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na abertura,&nbsp;<strong>Dr. Francisco d</strong>estacou a importância de médicos de diferentes especialidades se manterem atualizados sobre os avanços e desafios da Medicina do Trabalho. Segundo ele, a especialidade ocupa atualmente a sétima posição entre as especialidades médicas no Brasil e a sexta colocação em número de candidatos à residência médica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dr. Artur Serra Neto</strong>&nbsp;ressaltou que o debate realizado durante o&nbsp;<strong>Congresso da AMB</strong>&nbsp;é fundamental para a renovação da especialidade. “Os desafios que antes estavam concentrados principalmente em LER/DORT hoje se ampliam para questões relacionadas à saúde mental e aos transtornos psiquiátricos, exigindo novos olhares e estratégias de atuação”, observou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira palestra,&nbsp;<strong>“Distúrbios mentais relacionados ao trabalho”</strong>, foi ministrada pelo&nbsp;<strong>Dr. Eduardo Costa Sá</strong>. O especialista apresentou uma análise dos fatores ocupacionais associados ao adoecimento psíquico e discutiu os desafios para o diagnóstico, a prevenção e o acompanhamento de trabalhadores afetados por condições como ansiedade, depressão e síndrome de burnout.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Todo médico do trabalho precisa saber prevenir doenças e promover saúde”, afirmou. Segundo ele, a especialidade estuda mais de 50 tipos de riscos ocupacionais, incluindo agentes físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e psicossociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O palestrante destacou ainda que, embora a Medicina do Trabalho seja uma especialidade relativamente recente no Brasil, a preocupação entre trabalho e saúde remonta à Antiguidade. “A história moderna da Medicina do Trabalho passa a ser contada a partir da Revolução Industrial. As legislações começaram a surgir no final do século XIX, quando muitos trabalhadores exerciam suas atividades sem qualquer proteção legal”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dr. Eduardo também lembrou que, em 2023, o Ministério da Saúde atualizou a Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho (LDRT), ampliando o reconhecimento de agravos associados às atividades laborais. Durante a apresentação, destacou a relevância do trabalho na construção da identidade e da vida social dos indivíduos, citando os estudos do psiquiatra francês Christophe Dejours sobre o descompasso entre o trabalho prescrito e o trabalho real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto abordado foi a classificação de Schilling, adotada pelo Ministério da Saúde para estabelecer a relação entre doenças e atividade profissional. “Para um diagnóstico adequado, é necessário analisar tanto as características do trabalho quanto as condições individuais do trabalhador”, enfatizou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência, a&nbsp;<strong>Dra. Paula Cristina Moreira</strong>&nbsp;apresentou a conferência&nbsp;<strong>“A saúde dos trabalhadores de hospitais”</strong>, abordando os riscos ocupacionais enfrentados pelos profissionais que atuam em serviços de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista destacou a exposição constante a agentes biológicos, a sobrecarga física e emocional, as jornadas prolongadas e outros fatores que impactam diretamente a qualidade de vida e o desempenho desses trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os profissionais dos hospitais salvam vidas diariamente, mas muitas vezes têm sua própria saúde consumida silenciosamente”, afirmou. Segundo ela, existe um amplo ecossistema de riscos que, se não for adequadamente monitorado e prevenido, pode levar ao adoecimento dos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dra. Paula ainda ressaltou que muitos profissionais de saúde deixam de perceber os sinais de desgaste físico e emocional. Dados apresentados durante a palestra indicam que profissionais da saúde apresentam índices de burnout aproximadamente duas vezes maiores do que os observados na população geral. “Trabalhamos diariamente com sofrimento, dor e luto”, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais acidentes registrados entre trabalhadores de hospitais, foram citados os relacionados à exposição a material biológico, quedas, cortes, contusões, violência ocupacional e acidentes de trajeto. Já entre os agravos mais frequentes estão LER/DORT, transtornos mentais, privação crônica de sono, dermatites ocupacionais e infecções, incluindo a COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A palestrante também chamou atenção para o impacto das mudanças nas relações interpessoais e na comunicação dentro dos ambientes de trabalho. Segundo ela, a redução da comunicação não-verbal pode comprometer aspectos fundamentais como empatia, confiança e vínculo entre profissionais e equipes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final da apresentação, defendeu que investir em saúde ocupacional não é apenas uma obrigação ética, mas também uma estratégia inteligente para as organizações. “O adoecimento dos trabalhadores é uma tendência mundial. Investir em saúde é uma decisão lógica, inteligente e economicamente sustentável”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, Dra. Paula Cristina retornou ao palco para ministrar a palestra&nbsp;<strong>“O trabalho pode adoecer”</strong>, ampliando a discussão para além dos profissionais da saúde. “O trabalho é uma atividade física e/ou intelectual realizada para alcançar um objetivo. Se o trabalhador entra saudável e sai adoecido, é sinal de que algo está errado e que medidas de vigilância e correção precisam ser adotadas”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A apresentação trouxe reflexões sobre a influência das condições laborais na saúde dos indivíduos, os mecanismos de prevenção de agravos e a importância da construção de ambientes de trabalho mais seguros, saudáveis e sustentáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista reforçou ainda a importância da vigilância e da notificação dos agravos relacionados ao trabalho. “Precisamos notificar. Trabalhador saudável não é gentileza; é resultado prevenção efetiva”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Encerrando a sessão, Dr. Francisco destacou dados do SmartLab sobre o crescimento dos registros de câncer ocupacional no Brasil. Segundo ele, há cerca de 15 anos praticamente não havia notificações da doença relacionadas ao trabalho, enquanto atualmente são registrados aproximadamente 16 mil casos, incluindo situações como o câncer de pele associado à exposição solar ocupacional, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“São agravos que podem ser prevenidos com medidas simples, como fornecimento de protetor solar, equipamentos de proteção e ações permanentes de conscientização”, ressaltou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão foi encerrada com um debate entre palestrantes e participantes, promovendo a troca de experiências e a discussão de estratégias para enfrentar os desafios atuais da saúde ocupacional no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao incluir a Medicina do Trabalho em sua programação científica, o&nbsp;<strong>4º Congresso da AMB</strong>&nbsp;reforça a importância da prevenção, da promoção da saúde e da construção de ambientes laborais mais seguros, contribuindo para a valorização dos trabalhadores e para a melhoria dos indicadores de saúde da população economicamente ativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://api.whatsapp.com/send?text=4%C2%BA+Congresso+da+AMB+promove+debate+sobre+sa%C3%BAde+mental%2C+condi%C3%A7%C3%B5es+de+tr...%20https%3A%2F%2Famb.org.br%2F4o-congresso-da-amb-promove-debate-sobre-saude-mental-condicoes-de-trabalho-e-protecao-aos-trabalhadores%2F" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=https%3A%2F%2Famb.org.br%2F4o-congresso-da-amb-promove-debate-sobre-saude-mental-condicoes-de-trabalho-e-protecao-aos-trabalhadores%2F" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://twitter.com/intent/tweet?url=https%3A%2F%2Famb.org.br%2F4o-congresso-da-amb-promove-debate-sobre-saude-mental-condicoes-de-trabalho-e-protecao-aos-trabalhadores%2F&amp;text=4%C2%BA+Congresso+da+AMB+promove+debate+sobre+sa%C3%BAde+mental%2C+condi%C3%A7%C3%B5es+de+tr..." target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.linkedin.com/sharing/share-offsite/?url=https%3A%2F%2Famb.org.br%2F4o-congresso-da-amb-promove-debate-sobre-saude-mental-condicoes-de-trabalho-e-protecao-aos-trabalhadores%2F" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>
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		<title>“Regulação da graduação médica e Enamed exigem debate mais amplo”, defende Fernando Sabia Tallo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação AMB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 17:04:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na tarde do segundo dia do&#160;4º Congresso Brasileiro de Medicina Geral da AMB, a conferência “Uma reflexão sobre a regulação da graduação e o Enamed” discutiu os desafios da formação médica no Brasil diante da expansão de escolas, do aumento de vagas e das propostas de avaliação da qualidade do ensino. A atividade foi coordenada [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na tarde do segundo dia do&nbsp;<strong>4º Congresso Brasileiro de Medicina Geral da AMB</strong>, a conferência “Uma reflexão sobre a regulação da graduação e o Enamed” discutiu os desafios da formação médica no Brasil diante da expansão de escolas, do aumento de vagas e das propostas de avaliação da qualidade do ensino. A atividade foi coordenada pelo&nbsp;<strong>Dr. Ramiro Colleoni Neto,&nbsp;</strong>professor adjunto e chefe do departamento de Cirurgia da Escola Paulista de Medicina, &nbsp;e teve como conferencista o&nbsp;<strong>Dr. Fernando Sabia Tallo</strong>,&nbsp;<strong>Diretor Tesoureiro da AMB</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua apresentação,&nbsp;<strong>Fernando Sabia Tallo</strong>&nbsp;afirmou que a regulação da graduação médica precisa ser analisada a partir da forma como o ensino médico é estruturado no país, especialmente diante da presença crescente de instituições privadas com finalidade lucrativa. Para ele, há um conflito entre a lógica empresarial, voltada à expansão e sustentabilidade financeira, e a lógica formativa, que exige supervisão intensiva, tempo, prática assistencial e segurança do paciente. “Ensinar medicina exige tempo, supervisão e prática real. É um processo que não combina com lógica de escala pura, porque formar um médico com segurança significa discutir casos, acompanhar o estudante à beira do leito e tolerar a lentidão pedagógica necessária ao aprendizado”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O conferencista também criticou o uso de uma prova cognitiva como instrumento central para avaliar escolas, estudantes e a aptidão para o exercício profissional. Segundo ele, avaliação de curso, acompanhamento do aluno e licenciamento profissional são processos diferentes e não deveriam ser concentrados em um único instrumento. “O licenciamento não existe para melhorar ranking de escola ou desempenho acadêmico. Ele existe para proteger o paciente. A função central de qualquer processo de licenciamento médico deve ser garantir que quem chega ao atendimento tenha condições reais de exercer a medicina com segurança”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao comentar o Enamed,&nbsp;<strong>Fernando Sabia Tallo</strong>&nbsp;defendeu que a avaliação da formação médica deve ser longitudinal, prática e institucional. “Não é possível reduzir a avaliação da formação médica a uma prova cognitiva de múltipla escolha. A qualidade de uma escola e a competência de um futuro médico precisam ser avaliadas ao longo do tempo, pelo acompanhamento real da evolução do estudante”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conferência reforçou que a qualidade da educação médica depende de uma regulação mais robusta, capaz de avaliar separadamente escolas, estudantes, licenciamento profissional e processos formativos. Para&nbsp;<strong>Tallo</strong>, o debate deve ter como prioridade a proteção da sociedade e a segurança do paciente.</p>
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		<title>Nova edição da CBHPM é lançada no CBMG 2026; inclusão da cirurgia robótica é um dos destaques na nova edição</title>
		<link>https://www.cbmg.com.br/nova-edicao-da-cbhpm-e-lancada-no-cbmg-2026-inclusao-da-cirurgia-robotica-e-um-dos-destaques-na-nova-edicao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação AMB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 17:01:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AMB 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A manhã do segundo dia do&#160;4º Congresso Brasileiro de Medicina da Associação Médica Brasileira – o CMBG 2026&#160;– foi marcada pelo lançamento da&#160;CBHPM 2026&#160;– Classificação Brasileira e Hierarquizada de Procedimentos Médicos. A mesa de discussão sobre a nova edição da publicação foi conduzida pelo diretor de Defesa Profissional da AMB, Dr. Carlos Mascarenhas, e pela [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A manhã do segundo dia do&nbsp;<strong>4º Congresso Brasileiro de Medicina da Associação Médica Brasileira – o CMBG 2026</strong>&nbsp;– foi marcada pelo lançamento da&nbsp;<strong>CBHPM 2026</strong>&nbsp;– Classificação Brasileira e Hierarquizada de Procedimentos Médicos. A mesa de discussão sobre a nova edição da publicação foi conduzida pelo diretor de Defesa Profissional da AMB, Dr. Carlos Mascarenhas, e pela Dra. Miyuki Goto, consultora técnica da CBHPM da AMB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as novidades pontuadas pelo Dr. Carlos é a atualização de diversos procedimentos que a medicina passou a fazer nesses últimos quatro anos. “Chamo atenção para a cirurgia robótica, que passa a ser incorporada na CBHPM, apesar de termos ainda uma restrição de uso da cirurgia robótica no Brasil, pois nem todas estão no rol da Agência Nacional de Saúde (ANS), cobertura obrigatória. Mas a AMB já está antecipando essa tecnologia que surgiu. Nós a incorporamos na tabela”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista também ressaltou que a nova edição surge como um passo importante para os médicos brasileiros, mas ainda há pontos a serem melhorados. “O grande desafio é conseguirmos implementar o que está sendo lançado hoje. Esse é apenas um pontapé inicial de uma longa jornada para a implantação dessa nova edição na prática junto às operadoras de planos de saúde como referencial para os profissionais da medicina”, disse.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dra. Miyuki, que colabora em toda a estruturação da CBHPM celebrou a nova edição e destacou a importância da consolidação da CBHPM para a saúde suplementar no Brasil. “É uma edição bastante esperada, que traz muita novidade tecnológica. É muito importante que todos possam conhecer ou acessar a CBHPM e participar desse processo que não é algo estático, é muito dinâmico”, afirmou a especialista.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova edição traz a revisão e atualização de procedimentos, incorporando avanços científicos e tecnológicos, como saúde digital, terapias avançadas, métodos diagnósticos de alta complexidade e técnicas minimamente invasivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a CBHPM mantém seu papel fundamental como base da TUSS da ANS, contribuindo para a padronização dos registros, a transparência contratual e a qualificação da assistência à saúde no Brasil. Sua importância se estende também ao Sistema Único de Saúde (SUS), ao colaborar com a harmonização de nomenclaturas e com a qualificação das informações em saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação ainda atualiza os procedimentos que precisavam melhorar remuneração, que tinham que mudar auxílios cirúrgicos, que precisavam ser incorporados com portes anestésicos e retirar alguns que já estavam ultrapassados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós fizemos uma repaginação na CBHPM, mas mantivemos o coração dela, que é a hierarquização com a valorização dos honorários médicos. E a partir de então cabe a nós da AMB agora, enquanto médicos, às sociedades médicas, ao Conselho Federal de Medicina e aos sindicatos médicos no Brasil inteiro buscar os operadores de planos de saúde para negociar a implantação da CBHPM”, concluiu Mascarenhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é a CBHPM?</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="684" src="https://www.cbmg.com.br/wp-content/uploads/2026/06/CBMG-12-06-2026-8858-1024x684.jpg" alt="" class="wp-image-18919" srcset="https://www.cbmg.com.br/wp-content/uploads/2026/06/CBMG-12-06-2026-8858-1024x684.jpg 1024w, https://www.cbmg.com.br/wp-content/uploads/2026/06/CBMG-12-06-2026-8858-300x200.jpg 300w, https://www.cbmg.com.br/wp-content/uploads/2026/06/CBMG-12-06-2026-8858-768x513.jpg 768w, https://www.cbmg.com.br/wp-content/uploads/2026/06/CBMG-12-06-2026-8858-1536x1026.jpg 1536w, https://www.cbmg.com.br/wp-content/uploads/2026/06/CBMG-12-06-2026-8858-2048x1367.jpg 2048w, https://www.cbmg.com.br/wp-content/uploads/2026/06/CBMG-12-06-2026-8858-1063x710.jpg 1063w, https://www.cbmg.com.br/wp-content/uploads/2026/06/CBMG-12-06-2026-8858-600x401.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A CBHPM é uma publicação da Associação Médica Brasileira que consolida e classifica, de forma hierarquizada, os procedimentos realizados na medicina brasileira. Ela abrange todas as especialidades e estabelece um padrão mínimo aceitável para a remuneração do exercício profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, as 54 Sociedades de Especialidades, que possuem amplo conhecimento técnico-científico sobre a evolução dos procedimentos e tratamentos, são filiadas à AMB e colaboram continuamente para a atualização da CBHPM.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://api.whatsapp.com/send?text=Nova+edi%C3%A7%C3%A3o+da+CBHPM+%C3%A9+lan%C3%A7ada+no+CBMG+2026%3B+inclus%C3%A3o+da+cirurgia+rob%C3%B3...%20https%3A%2F%2Famb.org.br%2Fnova-edicao-da-cbhpm-e-lancada-no-cbmg-2026-inclusao-da-cirurgia-robotica-e-um-dos-destaques-na-nova-edicao%2F" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=https%3A%2F%2Famb.org.br%2Fnova-edicao-da-cbhpm-e-lancada-no-cbmg-2026-inclusao-da-cirurgia-robotica-e-um-dos-destaques-na-nova-edicao%2F" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://twitter.com/intent/tweet?url=https%3A%2F%2Famb.org.br%2Fnova-edicao-da-cbhpm-e-lancada-no-cbmg-2026-inclusao-da-cirurgia-robotica-e-um-dos-destaques-na-nova-edicao%2F&amp;text=Nova+edi%C3%A7%C3%A3o+da+CBHPM+%C3%A9+lan%C3%A7ada+no+CBMG+2026%3B+inclus%C3%A3o+da+cirurgia+rob%C3%B3..." target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.linkedin.com/sharing/share-offsite/?url=https%3A%2F%2Famb.org.br%2Fnova-edicao-da-cbhpm-e-lancada-no-cbmg-2026-inclusao-da-cirurgia-robotica-e-um-dos-destaques-na-nova-edicao%2F" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>
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		<title>Obesidade, vacinação, saúde indígena e inteligência artificial são os destaques do segundo dia dos simpósios patrocinados dentro do CBMG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação AMB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 16:59:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160;Lilly – A Medicine Company&#160;apresentou simpósio “Mounjaro no Manejo Farmacológico da Obesidade: Da Evidência à Prática”, ministrado pelo professor&#160;Mario José Saad. O encontro discutiu as evidências científicas mais recentes relacionadas ao tratamento farmacológico da obesidade, condição considerada um dos maiores desafios de saúde pública da atualidade. A vacinação foi tema de um amplo debate promovido [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<strong>Lilly – A Medicine Company</strong>&nbsp;apresentou simpósio “Mounjaro no Manejo Farmacológico da Obesidade: Da Evidência à Prática”, ministrado pelo professor&nbsp;<strong>Mario José Saad</strong>. O encontro discutiu as evidências científicas mais recentes relacionadas ao tratamento farmacológico da obesidade, condição considerada um dos maiores desafios de saúde pública da atualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacinação foi tema de um amplo debate promovido conjuntamente por&nbsp;<strong>Pfizer</strong>,&nbsp;<strong>Sanofi</strong>&nbsp;e pela&nbsp;<strong>Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm)</strong>. Com o tema central “Imunização Pública – Desafios de Cobertura Vacinal e Sustentabilidade do Sistema de Saúde”, o simpósio reuniu especialistas para discutir estratégias de recuperação das coberturas vacinais e os impactos da vacinação na sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Participaram das discussões&nbsp;<strong>Harryson Santos</strong>, da área de Medical Affairs da Pfizer;&nbsp;<strong>Rafael Araújo</strong>, líder de Acesso e Valor da Sanofi; e&nbsp;<strong>Monica Levi</strong>, referência nacional em imunizações e membro da AMB. Entre os temas abordados estão o papel das equipes multidisciplinares na recuperação das coberturas vacinais do adulto, os benefícios da vacinação ao longo da vida e o panorama atual da imunização no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro destaque foi o simpósio “Saúde Indígena – Guia Prático para Atuação do Médico na Saúde Indígena”, que reuniu especialistas com ampla experiência na área. Participaram&nbsp;<strong>Idjarrury Sompré</strong>, diretor do Departamento de Atenção Integral à Saúde Indígena da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI);&nbsp;<strong>Sarah Segalla</strong>, supervisora acadêmica do Programa Mais Médicos no Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Amapá e Norte do Pará; e&nbsp;<strong>Edson Oliveira</strong>, gestor executivo da AgSUS. O encontro discutiu aspectos culturais, epidemiológicos e assistenciais fundamentais para uma atuação qualificada junto aos povos indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inovação tecnológica aplicada à Medicina esteve presente no simpósio “Como Ser Recomendado pelo ChatGPT: Estratégias Práticas para Médicos”. Ministrada por&nbsp;<strong>Edson Medeiros</strong>, professor, autor e especialista em marketing médico, a atividade abordará como os profissionais podem fortalecer sua presença digital, ampliar sua visibilidade e adaptar sua comunicação ao novo cenário impulsionado pela inteligência artificial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Encerrando a programação dos simpósios patrocinados, foi realizado o encontro “Reconhecendo Sinais e Sintomas de Coagulopatias Hereditárias”, destinado exclusivamente a prescritores. A palestra será conduzida por&nbsp;<strong>Érika Okazaki</strong>, que apresentou aspectos fundamentais para o reconhecimento precoce dessas condições, contribuindo para diagnósticos mais rápidos e melhores resultados clínicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atualização científica integrada à prática do médico generalista</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os simpósios patrocinados reforçam o compromisso do 4º Congresso Brasileiro de Medicina Geral da AMB com a educação médica continuada e com a oferta de conteúdo científico de alta qualidade. Ao reunir especialistas renomados, representantes de instituições públicas, sociedades científicas e empresas do setor da saúde, a programação amplia as oportunidades de atualização dos participantes e fortalece o papel do médico generalista como protagonista na promoção da saúde, prevenção de doenças e coordenação do cuidado em todo o sistema de saúde brasileiro.</p>
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		<title>Mesa aborda diarreia aguda, obesidade infantil e infecção urinária na prática do consultório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação AMB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 16:57:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na manhã do segundo dia do&#160;4º Congresso Brasileiro de Medicina Geral da AMB, a mesa “Práticas no dia a dia do consultório” reuniu especialistas para discutir condições frequentes na rotina de atendimento pediátrico: diarreia aguda, obesidade e infecção urinária. A atividade foi coordenada pela&#160;Dra. Luciana Rodrigues Silva, 1ª vice-presidente da AMB, que deu as boas-vindas [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Na manhã do segundo dia do&nbsp;<strong>4º Congresso Brasileiro de Medicina Geral da AMB</strong>, a mesa “Práticas no dia a dia do consultório” reuniu especialistas para discutir condições frequentes na rotina de atendimento pediátrico: diarreia aguda, obesidade e infecção urinária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atividade foi coordenada pela&nbsp;<strong>Dra. Luciana Rodrigues Silva, 1ª vice-presidente da AMB</strong>, que deu as boas-vindas aos participantes. “Sejam todos muito bem-vindos ao segundo dia do congresso. Esperamos que este seja um período enriquecedor, de muito aprendizado, troca de experiências e atualização para a prática médica”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira palestra foi conduzida pela&nbsp;<strong>Dra. Ana Cristina Fontenele Soares, médica doutora assistente em Gastroenterologia Pediátrica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)</strong>. A especialista abordou a avaliação clínica dos quadros diarreicos, a importância da hidratação e o cuidado na indicação de exames e medicamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a apresentação, a médica reforçou que a condução da diarreia aguda deve começar pela avaliação da gravidade do quadro e pela prevenção da desidratação. Ao abordar o tratamento, Ana Cristina Fontenele Soares destacou que as medidas de suporte seguem como base do cuidado, mas que algumas terapias podem ser consideradas conforme a indicação clínica. “O manejo pode incluir reposição adequada, uso de zinco, antibióticos quando indicados e outras estratégias de suporte, sempre avaliando a gravidade do quadro e o perfil do paciente”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência, a&nbsp;<strong>Dra. Fabíola Isabel Suano de Souza</strong>,&nbsp;<strong>professora do Departamento de Pediatria da Unifesp/EPM e da Faculdade de Medicina do ABC</strong>, chamou atenção para o crescimento da prevalência de sobrepeso e obesidade em crianças e adolescentes, inclusive em países não desenvolvidos, e reforçou que o tema precisa ser enfrentado sem estigmatização. “Vale lembrar que a obesidade não é uma escolha do indivíduo e não é uma escolha da família. Ela está no contexto”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A médica explicou que a obesidade é uma doença crônica, multifatorial e heterogênea, influenciada por componentes neurobiológicos, ambientais, familiares, sociais e comerciais. Segundo ela, o cuidado não deve se limitar à perda de peso ou à melhora do IMC, mas considerar as diversas camadas que impactam a vida da criança, como família, escola, comunidade, políticas públicas e ambiente alimentar. “Diagnosticar cedo, acolher sem estigma, intervir precocemente e cuidar longitudinalmente é um processo que cabe para todos nós”, reforçou&nbsp;<strong>Fabíola Suano</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O terceiro tema foi apresentado pelo&nbsp;<strong>Dr. Olberes Vitor Braga de Andrade, professor assistente da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo</strong>. Na palestra, o especialista discute quando suspeitar do diagnóstico de infecção urinária, como coletar adequadamente os exames e quais critérios devem orientar o início do tratamento antimicrobiano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o médico, a infecção urinária é uma das infecções bacterianas mais comuns na infância e pode ter impacto importante, especialmente quando há recorrência, malformações renais ou risco de cicatriz renal. Por isso, ele defendeu atenção especial aos sinais clínicos, à idade da criança, ao histórico prévio e aos fatores de risco. “O diagnóstico preciso e a coleta adequada da urina é decisivo para evitar falso positivo e uso desnecessário de antibióticos”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mesa reforçou que quadros comuns no consultório exigem avaliação cuidadosa e condutas individualizadas. No manejo da diarreia aguda, hidratação e identificação de gravidade são centrais. Na obesidade, o cuidado deve ser precoce, longitudinal e livre de estigma. Já na infecção urinária, diagnóstico preciso, coleta adequada e uso racional de antimicrobianos são fundamentais para proteger a criança e evitar complicações.</p>
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		<title>Tecnologia, IA e Saúde: Benefícios, Riscos e Responsabilidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação AMB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 16:54:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A transformação digital revolucionou a saúde, porém toda inovação traz tanto oportunidades quanto desafios e é justamente essa reflexão que aborda o painel&#160;“Quando a Inovação Machuca: os Efeitos Colaterais da Saúde Digital”&#160;do&#160;4º Congresso Brasileiro de Medicina Geral da AMB. Coordenado pelo&#160;Dr. Eduardo Cordioli, que desde 2016 acompanha e debate os avanços da telessaúde e a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A transformação digital revolucionou a saúde, porém toda inovação traz tanto oportunidades quanto desafios e é justamente essa reflexão que aborda o painel&nbsp;<strong>“Quando a Inovação Machuca: os Efeitos Colaterais da Saúde Digital”</strong>&nbsp;do&nbsp;<strong>4º Congresso Brasileiro de Medicina Geral da AMB</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Coordenado pelo&nbsp;<strong>Dr. Eduardo Cordioli</strong>, que desde 2016 acompanha e debate os avanços da telessaúde e a adoção de novas tecnologias na medicina brasileira, o painel foi aberto com uma provocação: “Hoje estamos aqui para fazer um contraponto, para falar sobre quando a inovação machuca”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao apresentar casos que evidenciam a importância do pensamento crítico diante das ferramentas de inteligência artificial, Cordioli destacou a necessidade de questionar resultados, buscar evidências adicionais e evitar aceitar como definitivas as respostas fornecidas pelos algoritmos. Segundo ele, diferenças metodológicas, especialmente relacionadas ao uso de proxies em estudos e modelos de IA, podem gerar divergências significativas nos resultados e até mesmo erros de interpretação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir dessa reflexão, o coordenador deu início ao debate com os integrantes da mesa, composta pelos médicos&nbsp;<strong>Gustavo Meirelles, Antonio Carlos Endrigo</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Lara de Sá Paiva</strong>, que discutiram os desafios, riscos e responsabilidades associados à incorporação crescente da inteligência artificial e das tecnologias digitais na prática médica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo&nbsp;<strong>Dr. Antonio Carlos Endrigo</strong>, quando temos acesso à tecnologia é ótima, mas não se pode deixar o senso crítico de lado. “A Inteligência Artificial é como uma droga que você vai usando e se adaptando à ela, então é preciso fazer treinamentos sem ela para saber como estão seus conhecimentos, assim saberemos o quanto ainda estamos com o raciocínio clínico que adquirimos em nossa formação médica”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já&nbsp;<strong>Dr. Gustavo Meirelles</strong>&nbsp;começou sua abordagem citando exemplos do uso de contatos de telefone gravados e GPS para dirigir, dizendo que hoje é comum não sabermos mais nem caminhos nem números de telefone das pessoas e esses dois exemplos, apesar de serem ótimos assim a mente tem duas preocupações a menos, mostra o quanto a tecnologia pode tomar o lugar de funções que tínhamos antigamente com a nossa memória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo&nbsp;<strong>Dra. Lara de Sá Paiva&nbsp;</strong>por mais que tenhamos um modelo de IA, temos o rigor metodológico por trás, pois há necessidade de testar como cada produto vai se comportar. Para tal, precisa ter governança clínica e critério de auditoria humana. “Precisamos de uma governança de IA para todos os indicadores de performance”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Um dos grandes problemas da inteligência artificial é o uso inadequado dos dados. Precisamos lembrar que os dados de saúde são protegidos pela LGPD”, alertou o Dr. Gustavo Meirelles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência, o Dr. Eduardo Cordioli destacou a importância da originalidade e da transparência no uso da tecnologia. Como exemplo, citou os mecanismos adotados por periódicos científicos para monitorar a utilização de IA na produção de artigos. “Para publicar um artigo na Lancet, por exemplo, existem recursos capazes de identificar o nível de utilização de inteligência artificial. Quando esse percentual é muito elevado, o autor pode receber um alerta. É preciso ter muito cuidado com a questão da originalidade. Quando recebo um texto, geralmente consigo perceber se houve uso de IA ou não”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cordioli também chamou a atenção para as limitações dos modelos de inteligência artificial quando aplicados a diferentes contextos epidemiológicos e culturais. “Vou citar um exemplo: ao utilizar uma ferramenta desenvolvida na Inglaterra, febre dificilmente será associada à dengue, porque dengue não faz parte da realidade inglesa”, explicou. Segundo ele, esse tipo de viés evidencia a necessidade de adaptação local dos algoritmos e de uma avaliação crítica dos resultados gerados pelas plataformas de IA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Precisamos embarcar nessa jornada, mas de forma criteriosa”, disse Dra Lara. “A qualidade dos dados é um dos grandes problemas que vamos enfrentar cada vez mais”, completou Dr. Endrigo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O debate encerrou a mesma conclusão entre os participantes: a tecnologia não deve substituir o olhar clínico, mas auxiliá-lo. Dentre os destaques dos avanços, os especialistas destacaram a importância da qualidade dos dados, da governança dos sistemas e da capacitação contínua dos profissionais de saúde. Mais do que discutir tecnologia, a mesa trouxe uma reflexão sobre o futuro da medicina, mostrando que o sucesso da transformação digital dependerá da capacidade de equilibrar inovação, segurança, ética e humanização.&nbsp;</p>



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		<title>Narrativas de marketing e falta de evidências científicas são marcas da cannabis medicinal, diz presidente da ABP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação AMB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 16:52:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quando você pesquisa o uso do termo “medicinal”, por vezes, encontra na história recente exemplos de substâncias nocivas que chegaram a ter supostos benefícios respaldados por conhecimento médico. Assim foi com o cigarro, em meados do século 20, quando alguns profissionais sustentaram que a fumaça era boa para a saúde, porque era uma substância “quente”. [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Quando você pesquisa o uso do termo “medicinal”, por vezes, encontra na história recente exemplos de substâncias nocivas que chegaram a ter supostos benefícios respaldados por conhecimento médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim foi com o cigarro, em meados do século 20, quando alguns profissionais sustentaram que a fumaça era boa para a saúde, porque era uma substância “quente”. Nos primórdios da televisão, havia até apresentadores de telejornais que narravam as notícias fumando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também no passado, um fortificante chamado Biotônico Fontoura foi tido como “medicinal”, porque tinha álcool em sua composição, o que segundo médicos da época era bom para crianças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com essas histórias, o psiquiatra&nbsp;<strong>Antônio Geraldo da Silva</strong>, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), abriu sua palestra sobre cannabis medicinal nesta sexta-feira (12), segundo dia de trabalhos do 4º Congresso de Medicina Geral da Associação Médica Brasileira (AMB), realizado no Distrito Anhembi, em São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Silva, algo semelhante ao cigarro e ao fortificante acontece atualmente com a explosão do interesse da sociedade pela cannabis medicinal. E o denominador comum entre todos esses casos é que interesses empresariais impulsionados por ações de marketing acabam falando mais alto do que as evidências científicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso da cannabis medicinal, Silva afirma que “não há evidência robusta, mas existe muita evidência de que não há evidência para uso psiquiátrico”. O médico faz referência a avaliações da Anvisa, que dão conta de que o canabidiol ou CDB, que é o óleo derivado da maconha, “não é medicamento, não tem indicação para nenhuma doença mental, não pode ser chamado como tal, e toda responsabilidade sobre o produto é do médico”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos de obedecer a norma da Anvisa”, diz o presidente da ABP, que identifica na popularização da cannabis “um ativismo muito grande, além de processos judiciais para liberação e desinformação”. Como prova disso, ele lembra que uma empresa de cannabis chamada Praetorian Global aumentou o preço de suas ações em 135 mil por cento com as narrativas baseadas em supostas evidências científicas do produto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O psiquiatra coloca ainda em questão até mesmo os benefícios da cannabis para os pacientes de quimioterapia, uma área que é respaldada por um certo consenso. “Prescreve-se demais, mas sem evidências. Não se justifica a cannabis para a quimioterapia por causa dos efeitos adversos. E os benefícios, nesses casos, são modestos”, conclui.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Anvisa reconhece evidências fortes e consistentes da cannabis, por meio do CDB, apenas para a epilepsia refratária, com estudos clínicos robustos que mostram alívio em convulsões, e para a espasticidade na esclerose múltipla, com o CDB e THC para reduzir a rigidez muscular crônica e os espasmos.</p>



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		<title>Cuidado integral redefine a prática clínica ao integrar pessoa, território e sustentabilidade na atenção primária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação AMB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 16:49:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No 4º CBMG, o painel de Medicina de Família e Comunidade, coordenado pelo Dr Hercules de Pinho, coordenador de conteúdo da PrepSaúde, reuniu discussões que reforçaram a ampliação do olhar clínico para além da doença, integrando coordenação do cuidado, determinantes sociais da saúde mental e impactos da saúde planetária na prática assistencial. As palestras destacaram o [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">No 4º CBMG, o painel de Medicina de Família e Comunidade, coordenado pelo <strong>Dr Hercules de Pinho</strong>, coordenador de conteúdo da PrepSaúde, reuniu discussões que reforçaram a ampliação do olhar clínico para além da doença, integrando coordenação do cuidado, determinantes sociais da saúde mental e impactos da saúde planetária na prática assistencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As palestras destacaram o método clínico centrado na pessoa como eixo principal da atenção.&nbsp;<strong>Dra Zeliete Linhares Leite Zambon</strong>, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), ressaltou a necessidade de reorganizar o cuidado a partir da experiência vivida pelo paciente e da construção compartilhada do plano terapêutico. “A organização do cuidado precisa partir da pessoa e do que faz sentido para a sua vida, não apenas da doença. Quando o plano é construído de forma compartilhada, a adesão deixa de ser imposição e passa a ser construção conjunta”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre saúde mental no território, a&nbsp;<strong>Dra Brenda Freitas da Costa</strong>, diretora de Comunicação da SBMFC, reforçou o papel dos determinantes sociais na produção do sofrimento psíquico e a centralidade da atenção comunitária na resposta clínica. Ela destacou a relação direta entre contexto social e cuidado em saúde mental. “Não é possível compreender saúde mental sem olhar para o território. As condições sociais organizam o modo como o sofrimento aparece e também como ele pode ser cuidado, dentro e fora do serviço de saúde”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O painel também trouxe a saúde planetária como campo estratégico para a compreensão dos impactos ambientais sobre a saúde humana e a prática médica. A&nbsp;<strong>Dra Isadora Vianna Fernandes</strong>, diretora do Departamento de Desenvolvimento Profissional Contínuo e coordenadora do Grupo de Trabalho de Saúde Planetária da SBMFC, chamou atenção para a dimensão sistêmica do tema. “As mudanças ambientais já estão entre os principais determinantes de adoecimento e morte. Incorporar a saúde planetária à prática clínica significa reconhecer que o cuidado também passa pela forma como produzimos, consumimos e organizamos os sistemas de saúde.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">As discussões apresentadas no 4º CBMG reforçaram a necessidade de uma atenção primária mais integrada, sustentada pela articulação entre cuidado centrado na pessoa, leitura do território e responsabilidade diante dos desafios ambientais contemporâneos.</p>
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		<title>4º Congresso Brasileiro de Medicina Geral da AMB é oficialmente aberto em São Paulo e reforça compromisso com a qualificação médica e o fortalecimento da assistência à saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação AMB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 20:38:40 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A<strong>&nbsp;Associação Médica Brasileira (AMB)</strong>&nbsp;realizou nesta quinta-feira (11), no Distrito Anhembi, em São Paulo, a cerimônia oficial de abertura do&nbsp;<strong>4º Congresso Brasileiro de Medicina Geral (CBMG 2026)</strong>, um dos principais encontros nacionais voltados à atualização científica, educação médica continuada e discussão dos desafios contemporâneos da assistência à saúde no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ao chegarmos à quarta edição do Congresso Brasileiro de Medicina Geral, podemos afirmar que esta iniciativa já se consolidou como um dos mais importantes encontros científicos da Medicina brasileira”, afirmou o&nbsp;<strong>presidente da AMB e do CBMG 2026, Dr. César Eduardo Fernandes</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento reúne médicos, especialistas, gestores de saúde, pesquisadores, professores e estudantes em uma programação abrangente dedicada ao aprimoramento profissional e à troca de experiências entre diferentes áreas da medicina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A solenidade contou com a presença de autoridades da saúde pública, representantes de entidades médicas e dirigentes da AMB. Compuseram a mesa de honra o&nbsp;<strong>presidente da Associação Médica Brasileira e presidente do congresso</strong>,&nbsp;<strong>Dr. César Eduardo Fernandes</strong>; o&nbsp;<strong>secretário municipal da Casa Civil de São Paulo</strong>,&nbsp;<strong>Dr. Paulo Frange</strong>, representando o prefeito Ricardo Nunes; o&nbsp;<strong>coordenador da Atenção Hospitalar da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo</strong>,&nbsp;<strong>Dr. Marcelo Antônio Negrão Gusmão</strong>, representando o secretário municipal da Saúde, Dr. Luiz Carlos Zamarco; o diretor-presidente da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS),&nbsp;<strong>Dr. André Longo</strong>; o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM),&nbsp;<strong>Dr. José Hiran da Silva Gallo</strong>; o presidente da Associação Paulista de Medicina (APM),&nbsp;<strong>Dr. Antônio José Gonçalves</strong>; a primeira vice-presidente da AMB,&nbsp;<strong>Dra. Luciana Rodrigues Silva</strong>; o&nbsp;<strong>secretário-geral da AMB</strong>,&nbsp;<strong>Dr. Florisval Meinão</strong>; o&nbsp;<strong>diretor científico da entidade e coordenador científico do congresso, Dr. José Eduardo Lutaif Dolci</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Dr. Arthur Belarmino de Amorim</strong>,&nbsp;<strong>2º Vice Presidente Regional da Região Nordeste do Conselho Nacional da Secretaria Municipal da Saúde, CONASEMS</strong>, representando o&nbsp;<strong>Presidente do CONASEMS</strong>, Dr. Hishem Mohamed Hamides.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a abertura, foi exibido o vídeo institucional em celebração aos 75 anos da Associação Médica Brasileira, destacando a trajetória da entidade na defesa da medicina, da ética profissional e da qualidade da assistência à população brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu pronunciamento, o&nbsp;<strong>coordenador científico do congresso</strong>,&nbsp;<strong>Dr. José Eduardo Lutaif Dolci</strong>, destacou a importância da programação científica construída para promover um evento aos profissionais que estão na linha de frente e lidam com as mais variadas adversidades. “Mesmo assim, a medicina brasileira continua forte e a AMB segue com a missão de defender os médicos e colocar em prática os valores da profissão médica. Produzimos conhecimentos baseados em evidências”, disse. “Defender a qualificação médica é, principalmente, defender vidas”, acrescentou. “Precisamos visualizar o futuro que queremos construir porque é para lá que devemos seguir”, finalizou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o&nbsp;<strong>presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Dr. José Hiran da Silva Gallo</strong>, ressaltou a relevância histórica da Associação Médica Brasileira e o papel conjunto das entidades médicas na valorização da profissão e na qualificação da assistência. Em sua fala, destacou os 75 anos de atuação da AMB e reforçou a importância do congresso como espaço de fortalecimento da medicina brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu participo dessa Associação Médica Brasileira como presidente do Conselho Federal de Medicina. A entidade tem 75 anos de serviços prestados ao nosso país”, afirmou. O presidente do CFM também desejou que o encontro contribua para o avanço da profissão. “Que seja um marco para o fortalecimento da nossa profissão e para a qualificação da assistência médica brasileira”, completou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Encerrando a solenidade, o presidente da AMB, Dr. César Eduardo Fernandes, enfatizou o papel estratégico da educação médica continuada diante das rápidas transformações da ciência e da prática clínica. Também destacou a importância do Congresso Brasileiro de Medicina Geral como espaço de encontro, reflexão e construção coletiva em prol da medicina brasileira e da qualidade do atendimento à população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final da cerimônia, a AMB agradeceu o apoio institucional de parceiros estratégicos, entre eles a AgSUS, o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) e a Secretaria de Informação e Saúde Digital (Seidigi).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entidade também reconheceu a contribuição dos patrocinadores, expositores e empresas parceiras que viabilizam a realização do congresso, tais como o Grupo Pleno e a TES Cenografia, na categoria Diamante; a BYD, na categoria Platinum; e, na categoria Gold, o Instituto de Educação Médica (IDOMED), os Laboratórios Lilly, Pfizer, Roche e Sanofi, o Medgrupo e a Unicred. Há, ainda, os patrocinadores das categorias Silver, Bronze e Cota Apoio, bem como aos expositores e empresas parceiras que colaboraram para o sucesso deste evento. O reconhecimento se estende à diretoria da AMB, aos presidentes das federadas, aos presidentes e representantes das sociedades de especialidade, aos professores palestrantes e, de forma muito especial, a todos os congressistas que acreditaram e abrilhantaram esta edição do CBMG 2026.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao declarar oficialmente aberto o 4º Congresso Brasileiro de Medicina Geral da AMB,<strong>&nbsp;Dr. César Eduardo Fernandes&nbsp;</strong>reforçou a expectativa de que o encontro contribua para preparar os médicos para os desafios da profissão. “Que saiamos daqui ainda mais preparados para enfrentar os desafios do presente e construir o futuro que a Medicina brasileira merece e desejamos a todos um excelente congresso e uma experiência enriquecedora de aprendizado, integração e compartilhamento de conhecimento”, finaliza Dr. Cesar.</p>
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